CAPELANIA CEMITERIAL:

CAPELANIA CEMITERIAL

ATITUDES DOS CAPELÃES:

            Quando morre alguém este acontecimento mesmo indesejado e doloroso, nos traz uma grande oportunidade de fazer uma melhor reflexão: A BÍBLIA DIZ: Melhor é ir a casa onde há luto, do que ir a casa onde há banquete, porque ali se vê o fim de todos os homens; e os vivos o aplicam ao seu coração. ( Ecl. 7.2).

Como está a nossa vida para com o SENHOR NOSSO DEUS?

Qual é a nossa real condição espiritual para enfrentar uma eternidade?

CAPELÃO E SUAS AÇÕES – Ser discreto sem querer chamar as atenções para si, preocupar sim em agir com sabedoria, estar atento mais a ouvir do que falar; demonstrar os seus verdadeiros sentimentos, nunca desistir ou questionar as interpretações familiares em relação ao acontecimento ocorrido; mas esperar a hora oportuna de falar dando ênfase à Palavra de Deus. (I Tss 2:8).

A PALAVRA DE DEUS – Na oportunidade que o Capelão tem, deve se aproveitar para ministrar a Palavra de Deus de acordo com momento, isto é: pregar sobre a vida eterna, enfatizando as moradias celestiais, a preocupação e a dedicação do Senhor Jesus em preparar estas moradas; e por fim conduzir o sermão (a pregação), mostrando-lhes,  ensinando-lhes e oferecendo-lhes o verdadeiro caminho; sem comunicação de credo religioso algum, sem títulos ou placas de igrejas congregacionais. (Jo 14 1-6). Tão somente falando do eterno Salvador Jesus Cristo.

ORAÇÃO – No encerramento de sua participação faça uma poderosa oração, mencionando a família e a todos os presentes. (I Tm 2:1, 2; Sl 6:9).

 Lembre-se, o Ministério da capelania é um ministério de doação, e os capelães são conscientes de que irão desenvolver o seu ministério imitando a Cristo doando ao próximo “o tão grande amor de Deus” (Jo 3:16) que o nosso Deus em Cristo possa lhes usar grandemente na sua obra!

   – (É importante observar que todo trabalho de assistência espiritual, social e aconselhamento realizado pela Capelania, deverá cumprir rigorosamente os estatutos internos de cada instituição, não podendo IMISCUIR em suas determinações… Isso é LEI)!

Aos amados irmãos é bom lembrar que; somos privilegiados por Deus em poder fazer a sua obra, e que na eternidade encontraremos e nos alegraremos com muitas almas que, JESUS salvou através de nossas atitudes pregando a sua Palavra. 

Um fraternal abraço; em Cristo Jesus!  (SL: 133). Fazer capelania é: disseminar o “AMOR de DEUS

TANATOLOGIA E TANATOPRAXIA? QUAL O SIGNIFICADO DE CADA UMA?.

O que é Tanatologia?

O termo “tanatologia” vem do grego “Thanatus”, que na mitologia grega é o nome dado ao deus da morte. Já o sufixo “logia”, também do grego, significa “estudo”. Tanatologia, então, etimologicamente, corresponde ao estudo da morte.

A Tanatologia, portanto, compreende um campo de estudo que investiga aspectos relacionados à morte. Existem duas grandes divisões da tanatologia: uma diz respeito aos conhecimentos médicos e técnicos acerca do dos efeitos da morte no organismo. Este campo da tanatologia é da medicina forense e tem como finalidade investigar as causas, circunstâncias e outros aspectos da morte de um indivíduo.

A segunda grande divisão da tanatologia trata do estudo do significado da morte e do processo do morrer para uma pessoa que descobre uma doença terminal e sua família, assim como para aqueles que estão em fase de luto.

Não se trata aqui de uma abordagem religiosa, nem mesmo “espiritualizada”, mas de estudar formas de oferecer suporte terapêutico para aqueles que de alguma maneira estão vivenciando uma experiencia de morte, seja a própria ou de alguém próximo.

Geralmente, o profissional que lida com a tanatologia sob este prisma é o psicólogo, muito procurado por pessoas que estão vivendo algum tipo de perda emocional, seja o fim de um relacionamento (que também demanda um período de luto) ou a morte de um ente querido. As faculdades de psicologia, inclusive, costumam ofertar pelo menos uma disciplina de tanatologia.

O que é Tanatopraxia?

Tanato, do grego “Thanatos”, morte, como já mencionado, e “Praxe”, também do grego “práxis”, significa prática habitual ou rotina. Tanatopraxia tem, assim, por significado “aquilo que se pratica, que se faz diante da morte”, ou seja, envolve as providências necessárias a se tomar diante da morte de alguém.

Esta atividade envolve a aplicação e produtos químicos no corpo falecido para desinfecção e retardamento da decomposição. Dessa forma, é possível realizar o velório de um ente querido cujo corpo estará em melhores condições de ser visto pela família.

Diferente do embalsamamento, a tanatopraxia não usa formol nem retira órgãos. A técnica restringe-se na injeção de um líquido conservante e desinfetante que regenera a aparência natural do corpo, evita o vazamento de líquidos, inchaço e mantém as feições do rosto semelhantes ao que eram em vida.

Um fator muito importante na prática da tanatopraxia é que ela previne a propagação de doenças e infeções que podem advir do processo natural de decomposição do corpo e contaminar aqueles que tiveram contato com o falecido.

A experiência de ir ao sepultamento de um ente querido é dolorosa, mas uma parte importante do luto. O rápido processo natural de decomposição de um corpo pode causar impacto muito forte, principalmente em pessoas sensíveis ou de idade avançada. Esta técnica de conservação do corpo da tanatopraxia pode proteger um pouco essas pessoas, evitando que elas guardem na lembrança uma última imagem daquela pessoa isenta de deformidades físicas ou mal cheiros.

A tanatopraxia é um conjunto de práticas aplicadas a um corpo já sem vida, que tem finalidade de retardar o processo de decomposição e disfarçar o surgimento de odores característicos. São procedimentos realizados em funerárias por pessoas especializadas.

O procedimento conserva uma boa aparência do corpo por cerca de 24 a 48 horas, ou mais, de acordo com solicitação da família. Este trabalho permite que parentes e amigos possam processar melhor a perda e despedir-se simbolicamente. Permite também que os amigos possam se organizar para confortar a família da maneira mais apropriada possível.

O trabalho da tanatopraxia também possibilita que familiares que moram longe possam se deslocar a tempo de estar com a família em um momento difícil e, junto com eles, despedir-se.

O QUE A BÍBLIA DIZ A RESPEITO DOS 24 ANÇIÕES CITADOS NO LIVRO DE APOCALIPSE?

Os 24 anciãos são provavelmente uma representação do povo de Deus citada no livro do Apocalipse. Mas há também outras interpretações sobre a identidade dos vinte e quatro anciãos, especialmente aquela que diz que eles são seres celestiais.

Os 24 anciãos são mencionados pela primeira vez na Bíblia pelo apóstolo João ao registrar a visão que teve do trono Deus (Apocalipse 4:4,10; 5:8,14). Depois, na sequência do mesmo livro, o escritor bíblico menciona os vinte e quatro anciãos algumas outras vezes (ex. Apocalipse 11:16-18; 19:4).

Nas passagens bíblicas, os vinte e quatro anciãos aparecem vestidos com roupas brancas e com coroas de ouro em suas cabeças. Eles se assentam em vinte e quatro tronos e possuem harpas e taças de ouro com incenso (Apocalipse 4:4; 5:8).

A identidade dos 24 anciãos

Há muitas interpretações sobre a identidade dos anciãos do livro do Apocalipse. Mas duas delas certamente são as principais.

A primeira interpretação defende que os vinte e quatro anciãos são seres angélicos. Essa interpretação se apóia no fato de que outras passagens bíblicas dizem que os anjos vestem roupas brancas (cf. Jo 20:12) e se organizam em classes ou hierarquia angelicais (Colossenses 1:16). Além disso, alguns textos bíblicos mostram os anjos reunidos num tipo de concílio celestial (cf. Salmo 29:1; 89:7; 103:20; 148:2; Jó 1:6).

A segunda interpretação defende que os 24 anciãos são os representantes do povo redimido de Deus. À luz de outras passagens bíblicas, essa segunda interpretação é a que possui maior fundamentação, e por isso ela é a mais amplamente aceita.

O teólogo Simon Kistemaker, em seu comentário expositivo do livro do Apocalipse, elenca alguns argumentos a favor dessa interpretação. Em primeiro lugar, são os santos que são convidados por Cristo a sentar-se com ele no trono (Apocalipse 3:21). Inclusive, são os santos no céu que recebem autoridade para julgar assentados em tronos (Apocalipse 20:4).

Em segundo lugar, embora os anjos apareçam nos textos bíblicos com roupas brancas, é muito mais significativo o modo com que os redimidos se vestem de branco indicando a pureza que provém de serem eles purificados do pecado (Apocalipse 3:4; 7:9). Em terceiro lugar, os vinte e quatro anciãos possuem coroas em suas cabeças. Nitidamente isso simboliza autoridade para governar com Jesus Cristo; além de ser um sinal de vitória – visto que a palavra traduzida como coroa também pode indicar a guirlanda dada aos vencedores (2 Timóteo 2:12; cf. Apocalipse 3:21; 5:10; 20:4-6; 22:5). Todos esses privilégios são conferidos aos santos, não aos anjos.

Também vale lembrar que a palavra “ancião” traduz o grego presbyterion. Esse termo jamais é aplicado aos anjos. Por outro lado, os anciãos eram parte importante da vida religiosa de Israel no Antigo Testamento; enquanto que no Novo Testamento os anciãos ou presbíteros são os que aparecem como responsáveis pela liderança e governo das igrejas locais.

Por que “24 anciãos”?

Algumas pessoas também questionam o porquê de serem exatamente vinte e quatro anciãos. O ponto de vista mais tradicional sobre essa questão é aquele sugerido por Victorinus de Pettau que viveu entre os séculos 3 e 4 d.C.

Ele defendeu que são vinte e quatro anciãos porque esse número é o total da soma de doze mais doze, sendo: doze patriarcas veterotestamentários e doze apóstolos neotestamentários. Assim, os vinte e quatro anciãos servem perfeitamente ao propósito de serem representantes da totalidade do povo redimido de Deus, o que inclui a Igreja do Antigo Testamento e a Igreja do Novo Testamento.

O que os anciãos fazem?

A Bíblia descreve os 24 anciãos assentados em tronos. Isso significa que a eles foi dado o privilégio de governar com Cristo. Além disso, na visão de João a proximidade com que eles estão de Deus é realmente impressionante. O escritor bíblico diz que eles rodeiam o trono de Deus. Sobre isso, William Hendriksen observa que de todas as criaturas de Deus no céu, os vinte e quatro anciãos são os que sobressaem em glória e honra.

Em todas as vezes em que são citados no livro do apocalipse , os vinte e quatro anciãos sempre estão envolvidos com a adoração ao Senhor e a proclamação dos seus feitos. De forma notável, o livro do Apocalipse menciona os vinte e quatro anciãos repetidas vezes caindo prostrados em adoração diante d’Aquele que está assentado no trono (Apocalipse 5:8-14; 7:11; 11:16; 19:4).

Por exemplo: João fornece um quadro vívido do que os anciãos fazem diante do trono de Deus. Ele escreve: “Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, adoravam o que vive para todo o sempre e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” (Apocalipse 4:10,11).

Portanto, os 24 anciãos louvam a Deus por seus atributos, rendem honra e glória ao Cordeiro por sua grandeza e majestade, e também anunciam o tempo do juízo de Deus (Apocalipse 11:18).

PROSSIGAMOS PARA O ALVO? TEXTO: ( FILIPENSES 3:12-14)

Filipenses 3:12-14 “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcança-do; mas uma coisa faço; esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão;Prossigo para o alvo, para o prêmio da Soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” A Paz do Senhor Jesus Cristo esteja com todos. Que Palavra Maravilhosa O Senhor nos Revelou, pois A Palavra de Deus é Lâmpada para os nossos pés, Ela nos conduz a viver O Sobrenatural, O Mais Profundo da Intimidade com Deus.Abra o vosso coração e deixa A Palavra do Senhor Deus Todo Poderoso entrar, penetrar e mudar a sua vida. Deus é Bom a todo momento Deus é Bom.
A Palavra de Deus no Livro de Filipenses 3:12-14 nos revela que O Alvo é Jesus, A Palavra nos diz que devemos esquecer de todas as coisas que se passaram, pois o nosso passado foi jogado no mar do esquecimento por Deus, então não devemos nos lembrar com a intenção de querer pescar o nosso passado, mas apenas nos recordar para sabermos de onde Deus nos tirou, JESUS LIBERTA OS CATIVOS DO CATIVEIRO, O NOSSO REDENTOR VIVE E REINA PARA SEMPRE.


O Apostolo Paulo, cheio do Espírito Santo de Deus, escreveu nesta passagem que ele como homem falho não havia obtido a perfeição, porém ele prosseguia para conquistar o que Jesus conquistou, e a cada dia devemos ser imitadores de Cristo Jesus nesta terra, e como faremos isso? COM A PALAVRA DE DEUS, CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO, E COM JESUS NO COMANDO POR COMPLETO DE NOSSAS VIDAS, POIS DEUS REQUER OBEDIÊNCIA, RENUNCIA, SANTIDADE POIS SEM SANTIDADE NINGUÉM VERÁ A FACE DE DEUS.
Vamos analisar e aprofundar na Poderosa Palavra de Deus com relação ao Alvo, O Foco do Cristão que é Jesus e A Palavra; Ao analisarmos as Escrituras Sagradas, podemos verificar que Davi o homem segundo o coração de Deus, era Cheio de Deus, um homem escolhido por Deus para Reinar Israel, Ungido do Senhor, porém certa feita Davi perdeu O Foco em Deus, ao ver Bate-Seba a carne falou mais alto que o Espírito e Davi pecou contra Deus sofrendo serias consequências de dor e sofrimento como assim nos Revela A Poderosa Palavra de Deus.
Não foi diferente com Sansão, ele era Nazireu, separado por Deus, cheio do Espírito Santo de Deus, escolhido por Deus para fazer A Vontade do Senhor e Obedecê-lo, porém quando ele resolveu desobedecer a Deus, aos seus pais terrenos e se casar com mulheres idólatras que não Adoravam ao Rei dos Exércitos, Sansão perdeu O Foco em Deus, e o final da sua vida foi trágico, foi preso, teve seus olhos furados, fora traído, humilhado, sofrera as consequências da sua desobediência e pecado contra Deus.
Podemos também citar o Discípulo de Jesus, Judas Iscariotes o Traidor, Judas andou com O Mestre, estava junto aos 11 que andaram com Jesus, porém em seu coração havia soberba, e foi nesta brecha que satanás entrou e fez com que Judas traísse Jesus com apenas 30 moedas de prata, Judas perdeu O Foco em Jesus ao deixar ser consumido pelo sentimento de inveja e soberba, sabemos que Jesus veio a terra para Salvar a Humanidade através da sua morte e do seu Santo Sangue Carmesim derramado na cruz do calvário para Remissão dos nossos pecados, porém A Palavra de Deus nos Revela Mateus 26:24 “O Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito, mas aí daquele por intermédio de quem O Filho do Homem está sendo traído! Melhor lhe fora não haver nascido!”, tanto é que após ter entregado Jesus, Judas se arrependeu e fora devolver as 30 moedas de prata pois ele viu que entregou O Mestre, Amigo que esteve sempre ao seu lado, ensinando e amando-o e Judas sabia que Jesus era Inocente, porém o arrependimento veio tarde demais, e o pior foi o fim da vida de Judas, ele próprio tirou a sua vida, suicidou-se pois não aguentou a perturbação dos demônios em sua mente o acusando da sua atitude, terrível consequência do pecado e desobediência dando brecha para satanás agir em sua vida.
Outro discípulo que podemos citar é Pedro. Pedro ao avistar Jesus andando em cima das águas do mar, teve Fé e Creu em Jesus e quis ter com O Mestre. Jesus mandou que Pedro viesse, e ousadamente ele foi, andou alguns passos, enquanto pedro mantinha O Foco em Jesus, ele andou sobre as águas, porém quando ele olhou para as circunstâncias, os ventos, as tempestades, começou a afundar e pediu socorro a Jesus pois estava a morrer, Jesus o ajudou e lhe disse: homem de pequena Fé!

Pedro perdeu O FOCO em JESUS e começou a afundar.Pela segunda vez Pedro perde O Foco em Jesus, quando o mesmo após Jesus ter sido preso, o discípulo amigo de Jesus O negou 3 vezes, jurando não O conhecer, e A Palavra de Deus nos Revela que Pedro chorou amargamente após o galo ter cantado e lembrou-se das palavra que Jesus o havia dito há tempos anteriores.
Enfim muitos homens e mulheres de Deus em sua caminhada perderam O FOCO EM JESUS, EM DEUS, desobedecendo, pecando, traindo, agindo em desconformidade daquilo que Deus os havia ensinado, instruídos(as). 
Queridos(as), vamos analisar a caminhada de um Cristão(ã) nos dias atuais, quantos homens e mulheres de Deus, líderes, obreiros, estão perdendo O FOCO que é JESUS. Vários são os motivos, a soberba, o egocentrismo, a carnalidade (pecado), a desobediência a Deus e A Sua Palavra, a Falta de Fé, a murmuração entre outros muitos motivos que estão levando o Povo de Deus perder O FOCO em JESUS. Amados(as), oremos para O Senhor nos fortalecer, devemos Meditar dia e noite e praticar A Palavra de Deus a todo momento em nossas vidas e ajudar o nosso próximo a fazer o mesmo. Devemos buscar a Deus constantemente, Jejuar, Orar, Buscar a Face e a Intimidade com Deus sem cessar, diariamente, a todo instante, pois JESUS ESTÁ VOLTANDO, não sabemos o dia nem a hora, porém devemos estar alicerçados na Rocha, devemos estar com as lamparinas acesas e o azeite transbordando. DEVEMOS COMO NOS REVELA A PALAVRA DE DEUS, PROSSEGUIR PARA O ALVO, JAMAIS DEVEMOS PERDER O ALVO, JAMAIS DEVEMOS RETROCEDER OU OLHAR PARA A DIREITA E PARA A ESQUERDA, MAS DEVEMOS CAMINHAR PARA SEMPRE COM FOCO NO ALVO, PERMANECENDO NA ROCHA INABALÁVEL QUE É JESUS CRISTO, O NOSSO SENHOR E SALVADOR, O NOSSO REDENTOR QUE VIVE E REINA PARA TODO O SEMPRE.
Shalon a todos, fiquemos firmes em JESUS, esperando O NOIVO QUE VEM BUSCAR A NOIVA ADORNADA PARA AS BODAS DO CORDEIRO. PORÉM ESTA NOIVA TEM QUE ESTAR CHEIA DO AZEITE QUE REPRESENTA O ESPÍRITO SANTO DE DEUS, DEVEMOS ESTAR PREPARADOS A ESPERA DE JESUS, MARANATA ORA VEM SENHOR JESUS.MEDITE E VIVA A PALAVRA DE DEUS, PRATICANDO-A TODOS OS DIAS DE NOSSAS VIDAS, EM OBEDIÊNCIA AO SENHOR, PERSEVERANDO E CAMINHANDO PARA O ALVO QUE É JESUS CRISTO DE NAZARÉ. 

EVANGELISMO E DISCIPULADO QUAL O SEU SIGNIFICADO?.


É fascinante como o Senhor Jesus usou tantas situações informais como oportunidades de ensino. A leitura do evangelho de Lucas nos oferece algumas ideias reveladoras sobre como Jesus usou esse estilo de ensinamento ao viajar da Galileia para Jerusalém. Lucas contém todo tipo de histórias, perguntas e metáforas sobre como Jesus interagiu nas situações normais da vida. É um livro repleto de várias parábolas. Essencialmente, a maioria delas são sobre coisas do cotidiano sem conexão com as Escrituras (recebidas na época), com a igreja ou, de fato, com qualquer coisa remotamente religiosa em absoluto. Jesus usou-as para unir de modo sábio as verdades espirituais às pessoas dentro dos seus próprios contextos culturais.

Eu acredito que uma das razões pelas quais muitos cristãos têm dificuldades para comunicar de modo efetivo a verdade do evangelho às pessoas de segunda a sábado é que falam aos incrédulos como se fosse um domingo! Podemos ser desculpados por usar a linguagem “da igreja” em um domingo, mas não no restante da semana.

Eu acho que as parábolas de Lucas nos lembram que muitos de nossos relacionamentos com incrédulos não são construídos a partir do púlpito ou em sessões de ensino formal; são construídos, em geral, “no caminho” (por assim dizer). Em Niddrie, isso pode significar no carro no caminho para o farmacêutico para a sua “prescrição” (Metadona ou Valium, etc.), dando uma carona a alguém para a cidade, porque você o viu no ponto de ônibus, ou indo para o cabeleireiro local, para o centro de emprego, para o médico ou na loja da esquina. A maioria das melhores conversas que eu tive foram repentinas, encontros casuais na rua, e eu apenas decidi mudar minha programação. Espontaneidade flexível, é como nós o chamamos em Niddrie. É onde alguns dos membros da igreja mais focados em tarefas deslizam. Eles não desejam cancelar ou atrasar a reunião para a qual estão indo, não importa o motivo. Alguém pode pará-los na rua, mas eles perdem a oportunidade, porque estão a caminho de algum lugar. O problema é que nós todos estamos em nosso caminho a algum lugar! A chave para uma vida mais intencional é desenvolver um coração evangelístico “no caminho”.

Muitas pessoas cujas vidas são focadas em tarefas e dirigidas por suas agendas não gostam do caos e, assim, tentam desesperadamente impor ordem sobre ele. Muitos crentes aqui pensam que tenho algum dom secreto para fazer as pessoas quererem sair comigo no conjunto habitacional. Mas não tenho. Eu apenas busco as pessoas. Estou constantemente e intencionalmente alerta e sensível a todas e quaisquer oportunidades que aparecem. Eu tenho um interesse real nas pessoas. Eu saio com elas se falamos sobre Jesus ou não. Precisamos ser um povo cujo clamor da oração seja:

Adentre em meu dia, Senhor, e me ajude a adentrar no de outra pessoa.

Muito do que leio sobre a vida comunitária e missional é referente a adequar as pessoas nas estruturas do nosso dia e nossas vidas. Isso funciona bem no “mundo ordenado”, mas na “cidade caótica” isso não dá certo. Na cidade caótica, a vida missional é informal, improvisada, uma tomada de decisão intuitiva que precisa lidar com o imediatismo da pessoa diante de você. Elas precisam de você AGORA, não uma semana na quinta-feira quando você tiver um tempo livre.

Deus nos ordena a entregarmos as nossas vidas a ele e ao seu serviço. A vontade de Deus para os discípulos foi enviá-los como ovelhas entre lobos. Então, por que tanto da conversa sobre missão e evangelismo se assemelha a um panfleto de saúde e segurança? Nós queremos fazer avaliações de risco bem antes de embarcarmos no serviço evangelístico! Ouço muita conversa como a das seguintes linhas:

Deus não desejaria que fizéssemos algo tolo ou muito dispendioso. Afinal, ele deseja que usemos o nosso senso comum. Devemos ser sábios no que fazemos. Não queremos ser reduzidos a cinzas. Que bem teríamos, então?

Não se preocupe, eu acho que muitos cristãos estão tão molhados que não acenderiam se fossem mergulhados em parafina e abaixados em um vulcão ativo! A Bíblia que li me diz que Deus não quer que sejamos reduzidos a cinzas. Ele quer que façamos mais do que isso! Deus quer que entreguemos as nossas vidas! Imagine como os destinatários originais da carta aos Hebreus se sentiram quando leram o capítulo 12, versículo 4. Eles haviam renunciado a muito pela fé: amigos, empregos e entes queridos e, no entanto, são lembrados: “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue”. Será que percebemos o que custa chamar alguém a ir a Cristo em um conjunto habitacional? As pressões são enormes. Como podemos chamar as pessoas a uma vida de autossacrifício e, ainda assim, prometer encontrá-las por uma hora, uma vez por semana, se não estivermos muito ocupados? O que estamos realmente dispostos a sacrificar pelo evangelho? Onde está a linha que não queremos cruzar em termos de serviço? Onde o nosso “sim, mas” entra nesse tipo de pensamento? Não devemos vender às pessoas um produto que nós mesmos não estamos comprando e usando.

Evangelismo no caminho significa aprender a ouvir bem, manter nossos olhos espirituais abertos a oportunidades instantâneas, ser espontaneamente flexível, andar com as pessoas em meio a mundanos e, muitas vezes, estar disposto a andar 10 quilômetros a mais pelo bem do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Nós pedimos muito em Niddrie, mas em nada tanto quanto Deus requer daqueles dentre nós que prometeram renunciar a tudo para seguir o Senhor.

EVANGELISMO E DISCIPULADO? QUAL A DIFERENÇA?.

Discipulado é aprender e ensinar a seguir e obedecer Jesus. Todo crente é chamado para ser discípulo e fazer outros discípulos. O discipulado põe a fé em ação.

O discipulado é parte da missão da Igreja. Jesus formou discípulos e nos deu a todos a ordem de formar mais discípulos, pelo mundo todo (Mateus 28:19-20). Discipular é:

  • Levar para Jesus
  • Ensinar a obedecer aos mandamentos de Jesus

Cada pessoa precisa saber sobre a salvação em Jesus e, quando se converte, precisa aprender como viver para Jesus. O trabalho não acaba com a conversão. O discipulado ajuda a crescer espiritualmente. Todo crente precisa crescer e aprender mais de Jesus.

Qualquer pessoa que queira pode ser discipulado! Jesus mandou fazer discípulos de todas as nações, sem distinção. Se converter é se tornar discípulo de Jesus. Todos podem aprender sobre Jesus e como obedecer aos seus mandamentos.

Quem pode discipular?

Qualquer crente que tenha conhecimento da Bíblia pode discipular. O objetivo do discipulado é formar discípulos que também conseguem ensinar outros discípulos. A ordem de discipular foi dada a todos os seguidores de Jesus. Cada crente pode aprender e ensinar!

Cada crente pode ajudar a discipular, usando os dons que Deus lhe dá. Discipular é trabalho da igreja toda, não apenas do pastor (Efésios 4:15-16). Algumas coisas que podem ser feitas para ajudar a discipular são:

  • Evangelizar
  • Pregar
  • Fazer estudos bíblicos
  • Acompanhar e aconselhar

Também é muito importante ensinar por exemplo. Mais que palavras, as ações mostram como viver de maneira que agrada a Deus. Quando um crente obedece a Deus em sua vida diária e partilha o que aprendeu, ajuda a discipular outros crentes. Mesmo quem não tem dons de ensino ou evangelista pode discipular por exemplo.

NÃO PERCA O CORAÇÃO ENQUANTO ENVELHECE?

O autor deste Salmo queria desesperadamente que Deus mostrasse Sua força através dele, um homem velho. Ele queria que todos conhecessem o poder de Deus. À medida que envelhecemos, ainda podemos mostrar a força de Deus. À medida que nos tornamos mais fracos, podemos proclamar como Ele é forte. Não perca o coração enquanto envelhece. O missionário aposentado agora vai de porta em porta para pregar, embora caminhe lentamente. A mulher que começou a pregar o ministério na prisão há muito tempo, continua, muitas vezes décadas depois, visitando fielmente a cadeia. Atenda ao apelo de Deus. Ele é maior do que a sua idade avançada.

CAPELANIA MILITAR: QUAIS SÃO OS SEUS DESAFIOS?


Culto com celebração da Santa Ceia para os/as militares da Aeronáutica.

Nesta edição do Expositor Cristão (EC), iremos abordar na Série Capelania, os trabalhos que são desenvolvidos por alguns capelães militares. Atualmente existe no serviço ativo do Exército, Marinha, Aeronáutica e Corpo de Bombeiros Militar, cerca de 20 denominações diferentes. O ingresso de capelães militares nas Forças Armadas acontece com base no art. 5º, inciso VII da Constituição Federal, nos termos da Lei nº 6.923, de 29 de junho de 1981. Já o ingresso nas Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares se dá de acordo com leis estaduais específicas.
O EC conversou com alguns capelães para entender esse trabalho missionário. O Tenente-Coronel, Capelão-Chefe do Serviço de Assistência Religiosa da PMDF, Gisleno Gomes de Faria Alves, iniciou como Capelão em 2009, após se interessar pela possibilidade de unificar a vida profissional com a ministerial. De acordo com Gisleno, a capelania possui uma função estratégica nas Corporações Militares e de Segurança Pública, porque acessa uma área da vida que interfere diretamente em todas as outras, especialmente ao trabalhar os valores, o sentido da vida e do trabalho, a motivação para agir e superar os desafios, entre outros aspectos. “Tudo isso traz resultados cientificamente comprovados de qualidade de vida, melhoria do clima organizacional e maior efetividade no serviço, deixando claro, com isso, o interesse público em relação à capelania. Esse é um aspecto a ser mais explorado nas Corporações e nas igrejas”.

O Tenente-Coronel também chamou atenção para o despertamento das igrejas para esse tipo de ministério. “Entendo que a igreja deve se despertar mais para o seu papel social, sua contribuição para a coletividade e a construção de uma sociedade melhor”, disse.

Além das atribuições administrativas do oficialato, por lei, a missão dos capelães é prestar assistência religiosa e espiritual e atuar na educação moral do efetivo, na perspectiva de saúde integral. “Estrategicamente, a atuação dos capelães, em conjunto com outras iniciativas, visa ao desenvolvimento pes­soal de cada integrante da Corporação, bem como ao desenvolvimento institucional, para que a tropa esteja no máximo de seu potencial para bem servir a sociedade”, destacou Gisleno.

As principais atividades são a ministração de cursos; momentos com Deus; reflexões em liberações de policiamento e formatura; aconselhamento; visitação domiciliar, prisional e carcerária; apoio em situações de crise e falecimento; celebrações especiais de aniversário ou criação de Batalhões; passagem de policiais para a reserva; atuação em programas de prevenção ao suicídio, à vilolência doméstica, dependência química, entre outros.

O Capitão Capelão do Força Aérea Brasileira (FAB), Cláunei Crístian Delgado Dutra, começou a trabalhar com capelania em 2008, após uma crise eclesial. “Me interessei porque senti despertado por Deus para olhar com mais atenção para essa área, depois que vivi uma crise pessoal no ministério da igreja civil. Ao conhecer melhor a capelania militar, descobri que se encaixava perfeitamente com a visão missionária que possuía desde o meu chamado ao ministério pastoral”, afirmou.

Para ele, há uma carência nessa área de capelania. “As necessidades espirituais dos/as militares é desconhecida pela maior parte da igreja civil. Acredito que por muito tempo a igreja civil não esteve interessada e preocupada com essas necessidades dos/as militares. Mas agora, essa realidade vem mudando aos poucos, mas ainda é muito carente diante do universo a ser atendido e dos recursos disponíveis. A necessidade existe e vem sendo cada vez mais reconhecida pelas Forças, mas é uma área que vem se expandindo lentamente se colocada diante do vasto campo de atendimento e suas necessidades”, disse.


Capelão Gisleno com a família no I seminário nacional de assistência religiosa | Arquivo Pessoal Gisleno Faria

Segundo o Capelão Cristian, não há como mensurar exatamente uma quantidade de atendimentos por mês, porque isso varia de acordo com a época e com a circunstância em que o/a militar estiver envolvido/a. “É possível dizer apenas a quantidade de militares que estão sob a ação assistencial do/a capelão/ã. No meu caso, sou o único capelão pastor da FAB no Rio de Janeiro. O efetivo evangélico nessa área se aproxima de 10 mil militares. Se considerarmos o atendimento indireto a adeptos/as de outros grupos religiosos e aos/às familiares dos/as militares, que também é competência do/a capelão/ã, esse número pode passar de 50 mil pessoas. Cada capelão/ã tem uma área de atuação e pode acontecer que padres e pastores/as tenham áreas sobrepostas, mas que ofereçam assistência direta a uns/as e indireta a outros/as”, finalizou.

Como se tornar um/a capelão/ã?

Os/as capelães militares podem ser sacerdotes/as de qualquer religião praticada por integrantes da PMDF. Como o número de capelães é pequeno e não é possível atender a todas as religiões, a lei estabelece o preenchimento de vagas pelo critério da proporcionalidade entre o número de capelães e o número de praticantes de cada religião na Corporação, de acordo com o censo. Atualmente, a PMDF possui em seu quadro de capelães um tenente-coronel pastor e um capitão padre. Uma vaga está em processo de provimento para capelão padre. E outras duas ficarão disponíveis para concursos posteriores. A capelania está desenvolvendo um cadastro de líderes de religiões que não possuem capelães para atender a eventuais demandas de outros credos. 

Concurso público de provas e títulos entre interessados/as que possuam pelo menos dois anos de ordenação pastoral, curso de Teologia reconhecido pelo MEC, idade inferior a 36 anos, entre outros requisitos. O certame inclui também Teste de Aptidão Física, Avaliação Psicológica, Avaliação Médica e Sindicância da Vida Pregressa. 

Dados

Existem pesquisas internas que revelam um alto grau de influência das ações da capelania na melhoria da qualidade de vida familiar, qualidade do serviço prestado, entre outros fatores. A exemplo disso, 92,42% dos/as entrevistados/as afirmaram que os cursos realizados na capelania poderiam evitar que policial militar ou familiar cometesse suicídio; 97,22% afirmaram que poderia ajudar a evitar a violência doméstica praticada por policial e 99,37% afirmaram que a atividade incentivou a valorizar e respeitar os direitos humanos. A Capelania da PMDF aplica os cursos Homem ao Máximo, Mulher Única, Aliança, Crown – Finanças e Como Criar Seus Filhos, do curriculum da Universidade da Família.

FAMÍLIA PROJETO DE DEUS:

A origem da família foi criada por Deus e não pelo homem. Em Gênesis 2:18 lemos que Deus disse que não é bom que o homem esteja só, que era necessário ter alguém que o ajudasse, criando assim a mulher, formando o primeiro casal, a primeira família (Gênesis 2:18-24).

Algumas ideias centrais sobre família como projeto de Deus

  • No Velho Testamento, o Senhor separou famílias para serem bênção e abençoarem a terra, como família de Adão, de Noé e de Abraão.
  • Um dado curioso é o fato que a linhagem familiar de Jesus vem de Davi (Mateus 1:1) e, isto pode representar, entre outras aplicações, a ideia de família comprometida com o Senhor, forte, abençoada e ser um exemplo claro do padrão de Deus para o homem e mulher.
  • Família é projeto de Deus, logo não há nada que o Senhor não possa resolver. Basta que o casal, a família entenda e reconheça Deus como Senhor do lar e das vidas de todos.
  • Jesus mudando a condição da mulher perante a sociedade também é um indicativo da valorização do Senhor pela constituição familiar.

O que é família segundo a Bíblia

É uma instituição divina, criada por Deus, permanente e que não muda. Constitui-se por pai, mãe e filho(s). Dentro desta instituição é necessário estabelecer alguns parâmetros e, segundo a Bíblia, o marido tem a tarefa de liderar a família (Efésios 5:24) com amor e respeito (1 Pedro 3:7; Colossenses 3:18-19).

A esposa submete-se a essa liderança do marido (Efésios 5:22; Colossenses 3:18), mas também apoio e motiva o marido com essa responsabilidade (Tito 2:4) sem nenhum medo (1 Pedro 3:5-6).
Cumprindo com estas responsabilidades a casa é edificada pelo Senhor.

Portanto, o papel do marido, pai, vem com a liderança e provisão da casa, para o bem de todos (1 Timóteo 5:8). A esposa é apoiadora e cuida de sua casa, seu lar (Tito 2:4-5; Provérbios 31:27).

No Velho Testamento podemos encontrar algumas passagens bíblicas sobre família muito interessantes:

  • Provérbios 31:10-12
  • Provérbios 18:22
  • Salmos 128:1-6
  • Salmos 127:3-5
  • Josué 24:15

Portanto, o propósito e projeto de Deus para família é: Crescer, abençoar, povoar, servir ao Senhor. 

Recomendações sobre a família segundo a Bíblia

Podemos tirar 3 lições a respeito de formar uma família segundo a Bíblia. Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne (Gênesis 2:24).
– Deixar – Deixar os pais
– Unir-se – Casamento
– Tornar-se – Comunhão íntima do casal (tornar-se uma só carne)

Para o casal, homem e mulher aqui está a recomendação: Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos. (Efésios 5:22-24).

Para os pais e filhos, aqui está a recomendação de autoridade, mas que não seja de manipular ou que oprime: Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor (Efésios 6:4).

Para os filhos e pais, a recomendação é obedecer: Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. “Honra teu pai e tua mãe”, este é o primeiro mandamento com promessa: “para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra (Efésios 6:1-3).

Família no Novo Testamento 

Quando falamos de família na época de Jesus, identificamos que o padrão de famílias continuam sendo patriarcais, continuam sendo com casamentos monogâmicos. 

Talvez o melhor exemplo de família no Novo Testamento seja a própria família de Jesus. José e Maria, casal e família comum judaica da Palestina. Ele trabalhava com carpintaria (Mateus 13:56; Marcos 6:3) e o sustento da família vinha daqui. José passou seu conhecimento a Jesus (Marcos 6:3). Aqui podemos perceber o cuidado de José em dar seguimento à fonte de renda futura, por isso o partilhar conhecimento, também demonstrando um cuidado de pai.

Outro fator muito interessante é o zelo que José e Maria tiveram com Jesus, nas questões de tradições, ritos e cumprimento da lei. Jesus, ainda criança, já argumentava com os doutores da lei. Isto está registrado em Lucas 2:39-52.

CAPELANIA SISTEMÁTICA? QUAL O SEU SIGNIFICADO?

O QUE É CAPELANIA EVANGÉLICA? ELA DIFERE DAS DEMAIS? 

CAPELANIA:

                   Capelania é um projeto (departamento) assistencial religioso prestado por um ministro religioso o Capelão (a). A Capelania evangélica é fundamentada na Palavra de Deus: a  Bíblia.

                   CAPELANIA é levar a fé, a esperança e o amor (I Co 13:13), é aperfeiçoar sua fé com as obras (Tg 2:22), é ser ovelha de Jesus (Mt 25:33,36), enfim, é uma prática Bíblica.

                   CAPELANIA é ter a convicção de que fomos chamados para esta maravilhosa obra; no meu entendimento, eu diria que fomos privilegiados por Deus; sendo escolhidos para exercer tão honroso Ministério, podendo levar ao nosso próximo um pouco mais de apoio, carinho, assistência  social, espiritual, intercessões nas orações e, a ministração da poderosa Palavra de Deus. Levando libertação e cura aos enfermos, de acordo com o IDE de Nosso Senhor Jesus Cristo, (MC 16:15-20; MT: 10:1,7,8). Foi o apóstolo Paulo um observador e procurou cumprir também esta abençoada tarefa no seu ministério. (AT 20:35). Vale a pena observar que Jesus Cristo, delegou esta e até mesmo muitas outras obras, ainda maiores à sua igreja, aos verdadeiros Cristãos. Conforme ELE mesmo disse: JO 14:12. Enfim é ter certeza de que a                    CAPELANIA: é levar ao mundo o tão grande amor de DEUS. (JO 3:16)

Como igreja do Senhor Jesus sabe que somos os seus legítimos representantes.

 (AT 1:8.). Porque Jesus é o capelão dos capelães, e ELE nos envia.

                   Como igreja do Senhor, temos o poder dado por ELE para fazer a sua obra. (MT 10:1,5,8).

O QUE É UM CAPELÃO(A) E O SEU PAPEL?

                   Já o Capelão(a) que possui destreza em manifestar o evangelho, tem como função primordial completar o atendimento dispensado à pessoa; o capelão pode incutir nos familiares o senso de tranqüilidade e confiança, preparando psicologicamente, para as adversidades que se prosseguirá. Esses familiares necessitam de amizade, compreensão e amor, eles esperam encontrar tudo isso no capelão que é um ministro religioso.

                   É assegurada legalmente, a assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Com objetivo de dar assistência religiosa, sendo tutelado na Constituição Federal em vigor tal direito se baseia no serviço de Capelania, que poderão exercer dentro do mesmo lugar.LEIS, 6.923-7.210-8.069-ART.5* Inc. VII, da Constituição Brasileira de 1988,

E ainda Lei- 9.982 de 14 de Julho de 2.000-CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA!

Como se vê o Ministério da Capelania é respaldado Jurídicamente e, Tutelado pela nossa Constituição Brasileira de 1988. Por isso é necessário que o visitador seja bem praparado para o exercício da visitação.

É um Ministério Eclesiástico, mas o visitador precisa tambem de uma preparação através de curso  que oportuniza a pessoa se aprimorar no conhecimento deste Ministério da visitação, tornando assim uma benção. 

ENFIM CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA (MT. 25:31-46).

QUALIDADES INDISPENSAVEIS   DOS CAPELÃES:

             a) Ser temente a Deus: b)ser humilde; c)ser obediente a Deus e a sua Palavra; d)ser submisso e obediente ao seu pastor; e)ser fiel a Deus;  e ao seu ministério; f)ser serviçal,;g) ser amigo; h) ser companheiro.Sem estas qualidades com certeza não terá a aprovação de Deus no ministério.

 Como deve ser as ações dentro do Ministério da Capelania nas visitações?

I – Com muita ética simplicidade dedicação na oração, e aplicação da Palavra de Deus.

II – Ser paciente com as pessoas, saber ouvir atentamente, sem questionamento.

III – Ser prudente e não provocar discussões religiosas, nem interferir na religião do próximo.

IV – Ser dedicado à oração e a leitura da palavra de Deus, ser calmo paciente e atencioso.

V-    O Capelão ao levar assistência espiritual as pessoas; deverá proporcionar primeiramente a segurança total ao visitado.

SISTEMA PARA DESENVOLVER CAPELANIA

A fé unicamente poderosa auxilia na travessia dos angustiados nos momentos de opressão e sofrimento. O conforto espiritual, dando ânimo e esperança, independente de crença ou religião, auxiliando na mantença do equilíbrio emocional, tão importante nesses momentos mais delicados da vida de todo homem, como vem sendo comprovado pela ciência, que já encara estas pessoas como um ser totalmente,  numa abordagem holística.

  Com o fito de atender pessoas que necessitem em situações extraordinárias. Não há proposta de conversão, doutrinação ou de cruzada evangelista em benéfice de uma religião. Relatando o amparo fraternal, de converter gradualmente e positivamente, da consolação do sofrimento do semelhante. Tal missão deve sempre ser conduzida de forma racional.

Perante os resultados positivos já obtidos, por que não estender o serviço a todos, oferecendo a um número grande de pessoas o socorro espiritual e fraternal em situações delicadas?

CAPELÃO:

                   Capelão é um ministro religioso, autorizado a prestar assistência religiosa e a realizar cultos religiosos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham também o seu capelão.

                   É assegurada legalmente, a assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Com objetivo de dar assistência religiosa, sendo tutelado na Constituição Federal em vigor tal direito se baseia no serviço de Capelania, que poderão exercer dentro do mesmo lugar.LEIS, 6.923-7.210-8.069-ART.5* Inc. VII, da Constituição Brasileira de 1988,

E ainda Lei- 9.982 de 14 de Julho de 2.000-CAPELANIA EVANGÉLICA É VISÃO BÍBLICA!

                   A Capelania legalmente constitui-se de  representantes capelães treinados formados para seu trabalho, usando o bom senso: os trajes, ( vestimentas) “jaleco ou circulante” tratamento e formação acadêmica, e principalmente espiritual. Devem serem respeitadas as normas de cada instituição. Mesmo sendo assegurado o direito de entrar e sair a qualquer hora; assim levando o conforto e apresentando  o plano de salvação aos necessitados.

                   É ministério de evangelização e consolo, que visa atendimento aos homens que sofrem, levando o conforto em hora de aflição e transmite ensinos bíblicos de que cada pessoa necessita. (MC. 16:15).  Conclusão: Capelania Evangélica é fundamentada na Bíblia.

   Vários trabalhos e estudos nos últimos anos nos dão notícia da grande benéfice na recuperação de doentes e necessitados a uma assistência espiritual.Com significativo muito especial Psicologicamente.

CAPELANIA DE ASSISTÊNCIA EM AÇÃO SOCIAL UM PROJETO PARA O CRESCIMENTO DAS IGREJAS?

       Renúncia: deixar voluntariamente ao que se tem direito; recusar, rejeitar.Filipenses 2:7 – Nosso Senhor se esvaziou de sí, renunciando a toda a sua honra, a todo seu poder, e a toda a sua glória, para que através de um ato de capelania, pudesse atingir milhões de pessoas. Ao perder a sua vida, trouxe vida para outros.Mateus 20:28 – Servir é fonte para renúncia, porém p prêmio é a caroa para todos aqueles que abrem mão de sua própria vida em favor de outros. Por isso nunca deveremos nos esquecer que em nós não há poder algum, pois todo poder emana de Deus.
Combater a separação entre a fé e as obrasTiago 1:22-27Não posso ser meramente ouvinte ou espectador da Palavra de Deus, mas pleno trabalhador que apenas obedece e vive um evangelho prático.Esta prática está em manifestar o amor fraternal, a separação do sistema do mundo e do domínio da língua, este pequeno orgão, mas que pode saer mortal.Se realmente você tiver fé e não tiver obra, estará de mão vazia diante de Deus. Esta fé é como se estivesse enterrada em um sepulcro, não podemos fazer nada, ficando totalmente inútil no mundo físico como no material.Tiago 2:1A fé verdadeira é apresentada quando não temos acepção de pessoas, ou seja, agir sem qualquer parcialidade. Nisso se manifesta o amor de Cristo.Efésios 2:10Você é imagem e semelhança de Cristo, para que como Ele , fizesse boas obras e com elas, andar em sua presença.HÁ UMA NECESSIDADE DE CAPELANIA DE ASSISTÊNCIA EM AÇÃO SOCIALNeemias 5:1-19Neemias estava envolvido com a restauração, resconstrução de jerusalém. Havia adversários, havia muito serviço, mas havia também uma brecha, um problema social!               “Um grande clamor” dos judeus contra seus próprios irmãos.POR QUE?1.       Estavam em grande pobreza, sem alimento básico para viver – v.22.       Estavam sem terras, sem vinhas, sem trabalho (terras hipotecadas para comprar o trigo) – v.33.       Estavam endividados por pagarem tributos pelas terras hipotecadas – v.44.       Estavam sem herança e sem história – v.5
UMA REFLEXÃO NOS DIAS DE HOJE:Há entre nós muitos brasileiros que estão em grande clamor (Pv 21:13).
Ø  Sem alimentoØ  Sem terras para plantarØ  Sem trabalhoØ  Sem casaØ  Filhos escravizados pelas drogas, pela prostituição, pela ignorância, sem história (vivem embaixo de pontes e viadutos, casas, apartamentos e nas mansões).“ filhos tão bons quanto os nossos… nós somos da mesma carne como eles…”     
A Responsabilidade Social da IgrejaEfésios 1:1-2
O trato deste assunto, tem levado os crentes a se dividirem em três grupos:1. Os que pregam um evangelho espiritualizaste, sem se preocupar nem se envolver com questões sociais, acreditando que o ato simplista de “aceitar Jesus” resolverá todos os problemas do indivíduo;2. Os que pregam um evangelho social, que se preocupa com os problemas materiais e omite a necessidade de uma conversão verdadeira, que transforme a natureza do homem;
3. Os que entendem que o evangelho modifica o homem em sua natureza, através da verdadeira conversão, para que este possa influenciar positivamente o seu mundo. É precisamente neste terceiro grupo que queremos nos posicionar. Desejamos ser igreja que fale à alma sem se esquecer do corpo, e que cuide dos problemas sociais que afligem o homem sem perder de vista a grave realidade espiritual que o escraviza.
I – Definindo TermosBruce L. Shelley, em seu livro “A IGREJA: O POVO DE DEUS” (Edições Vida Nova) estabelece uma distinção entre Preocupação Social, Serviço Social e Ação Social, que considero importante para nortear nosso estudo acerca deste assunto. Vejamos como ele define cada um desses termos:
• “A PREOCUPAÇÃO SOCIAL é uma atitude. É a percepção por parte do Cristão de que a salvação é dirigida ao homem inteiro. Trata-se do reconhecimento da aplicação do evangelho aos ferimentos e fomes do homem, assim como à sua culpa” • “O SERVIÇO SOCIAL refere-se a todos os serviços que as igrejas ou os cristãos prestam a fim de assistir as vítimas de problemas sociais…” • “A AÇÃO SOCIAL é mais ampla. Seu alvo é corrigir as estruturas e processos sociais e políticos de uma sociedade que provocam os problemas…”  
II – Fatores que impedem a Responsabilidade Social da Igreja  Muitos são os fatores que impedem um maior envolvimento da igreja com as questões sociais, e vão desde a falta de compromisso dos crentes até a falta de conversão verdadeira. Porém, dois fatores merecem destaque: o fanatismo religioso e a religião secularizada.
A) O Fanatismo ReligiosoO homem religioso á aquele que aprendeu a valorizar os significados espirituais que possui dentro de si. Porém, quando esses significados passam a tomar sentido tão elevado, ao ponto de fazê-lo se esquecer ou ignorar as outras áreas de sua vida, surge então o Fanatismo. A isso também chamamos de ALIENAÇÃO SOCIAL. Vejamos o caminho que a mente religiosa percorre até se tornar alienada:
1. Ocupação demasiada com atividades que não possuem relação com a vida humana (quando a igreja perde seu tempo e investe esforços em ativismo vazio e improdutivo).
2. O uso da religião como instrumento “mágico” de proteção contra os problemas da vida comum (“Se você for um cristão comprometido e assíduo, nenhum mal vai lhe atingir!”). 
3. A hipervalorização das experiências religiosas acima dos demais valores da vida humana (Os pais que obrigam os filhos a freqüentar a igreja, mas nunca dialogam com eles)
B) A Religiosidade SecularizadaChamamos de secularização o processo pelo qual a religião tem perdido sua influência em determinados setores da sociedade e da cultura. É a religião em declínio por não exercer influência na vida comum. 
1. Uma pregação fiel da Palavra de Deus, sem experiencialismos subjetivos;2. Uma ênfase maior na vida piedosa responsável;3. A redescoberta e o exercício fiel dos dons espirituais;4. A busca por uma vida controlada pelo Espírito Santo (em todas as áreas);5. Uma maior abertura para a discussão das questões sociais que afligem a sociedade.
A DIMENSÃO SOCIAL DO REINO DE DEUS
 Há um Necessitado


INTRODUÇÃOHá uma importância Evangélica Bíblica de dar assistência aos que estão com fome, nus, conforme escrito em Mateus 25:35-36. É ordem do Senhor Jesus; aperfeiçoa a fé conforme está escrito em Tiago 2:22.Capelania de Assistência em Ação Social com Fundamentação Bíblica·         Provérbios 22:6 – A responsabilidade do Assistente de Ação Social de Ensinar.·         Mateus 25:35 – Levar para os asilos, creches não apenas o material como alguns mas principalmente AMOR e a ÁGUA DA VIDA pois assim os visitados por nós não mais serão carentes mas filhos de Deus tornando cada um cheio da glória do poder de Deus.·         Mateus 28:19-20 – Estamos com a responsabilidade de lembrar daqueles que são esquecidos pela sociedade.·         Mateus 16:18 – As portas do inferno não podem prevalecer contra nós.·         Isaías 61:1-3 – Façamos um ano sabático na vida dos visitados, libertando-os e transformado-os em carvalhos de justiça.O serviço de Capelania Evangélica na área de Assistência de Ação Social deve produzir UNIDADE nas denominações evangélicas pois prioriza os valores bíblicos que são comuns em todas, João 17:23.Espírito Voluntário é essencial para o Capelão Evangélico de Assistência em Ação Social1.       Espírito Voluntário é ter humildade – Mateus 18:42.       Espírito Voluntário é ter a motivação certa.Comunicação Bíblica               Capelania de Assistência de Ação Social é comunicar com aqueles que estão nos asilos, nos orfanatos, na mendicância. É comunicar com os favelados e com aqueles que se abrigam nas calçadas ou debaixo das pontes. Comunicar significa participar, transmitir.Comunicar é Participar               Em Filipenses 3:10 Paulo diz sobre a comunicação que havia das aflições de Cristo nele. Precisamos participar das dores daqueles que são nosso alvo na Assistência de Ação Social porque estes são alvos do Amor  de Deus. Precisamos nos identificar com aqueles que sofrem como se fossemos nós mesmos. Lembre-se do 2º Mandamento dado pelo Senhor Jesus é; “Amara nosso próximo como a nós mesmos” Mt 22:39.Comunicar é transmitir               Leia em I Tessalonicenses 2:8. Transmitr o Evangelho e a própria alma. Junto com a Bíblia precisamos transmitir nossa alma que é nosso sentimento e raciocínio. Precisamos ter apreço pelos que vamos atingir e precisamos de verdade valorizá-los. Precisamos ver neles o Propósito de Deus que é de restaurá-los; curá-los; que é dar a eles o verdadeiro sentido para a vida. Precisamos ver o potencial que todos eles têm, independente de como eles estejam no momento que os conhecemos. Há vários exemplos Bíblicos do encontro de Jesus com gente que talvez não consideraríamos gente mas que Ele amou nos dando exemplo de Capelania Evangélica com Assistência de Ação Social com os desprezados pelos religiosos inclusive.Renúncia         

  1. Deus abomina a injustiça –  Pv 22:16; 22,23

Ø  Mensagem dos profetasØ  A igreja foi colocada na terra como sal e luzØ  A igreja tem uma responsabilidade social

  1. Quatro tendências na Assistência de Ação Social.

Ø  Assitência – um prato de sopa, creche, distribuiçãoØ  Ensino – através de ensino de princípiosØ  Participação – envolvimento da pessoa assistidaØ  Transformação – quando o ambiente, a comunidade, o estilo de vida mudam (novo nascimento)
A CAPELANIA DE ASSISTÊNCIA EM AÇÃO SOCIAL É DIRIGIDA AO INDIVÍDUO E AO GRUPO
Os desfavorecidos financeiramente falando, carregam um peso acentuado,  pois enfrentam muitas dificuldades como todos os demais e ainda são muito pobres.
Ø  O evangelho é para os pobres – Lc 4:18Ø  Deus escolheu os que para o mundo são pobres para serem ricos em fé – Tg 2:5Ø  Sempre teremos pobres conosco Mt 26:11
ALGUÉM OUVE O CLAMORIniciou-se uma Capelania de Ação Social
                Neemias ouve o clamor e as palavras dos seus irmãos.
CAPELANIA DE ASSISTÊNCIA EM AÇÃO SOCIAL – não é modismo, é uma ação movida pelo amor (1Jo 3:16,17), em face de uma necessidade, ação esta, com propòsitos bem definidos, de ensinar a guardar os princípios bíblicos e a transmití-los a outros através de um estilo de vida transformado.                Quando falamos de Capelania e Assistência de Ação Social, falamos de educação Cristã, ou seja, Discipulado.
CAPELANIA DE ASSISTÊNCIA EM AÇÃO SOCIALPassos Para A Ação Social
1.       Antes de construir um  sonho devemos renunciar a tudo quanto temos (Lc 14:28-33)2.       Ter convicção quanto a importância do poder do evangelho na transformação de vidas e da sociedade – somente cremos numa transformação quando existir o novo nascimento.3.       Orar – orar – orar .4.       Engajar no trabalho capelânico.5.       Observar – conhecer a necessidade para não tratarmos apenas dos efeitos. Precisamos atacar as causas; Neemias foi direto na raiz do problema social de seu país – usura, os magistrados e os nobres a qualquer custo queriam se enriquecer… “Qualquer semelhança é mera coincidência”.6.       Identificar-se, encarar – Jesus se identificou com o homem e daí veio a nossa redenção. Não se faz ação social pela TV, nem tão pouco nas mesas redondas. É preciso subir os morros, entrar nos becos, ir onde o indivíduo está, nas prias, nas cidades, nas igrejas, nos banquetes. Jesus passava pelas searas e sempre encontrava alguém que precisava dele.
Quando nós (Igreja) decidimos ouvir o clamor do necessitado de uma maneira efetiva e não de forma esporádica devemos responder:
a)       O QUE FAZER?b)       POR QUE FAZER?c)       COMO FAZER?d)       QUANDO?e)       COM QUEM?f)        ONDE?g)       COM QUE RECURSOS?
I. INTRODUÇÃO  A necessidade de se promover projetos de inclusão social –  especialmente em países do terceiro mundo, como o Brasil –  é notória e carece de quaisquer justificativas mais elaboradas. É notória porque o conjunto de carências a que está exposta boa parte da população permite refletir, seriamente, por qual dos problemas começar ou, ainda, em que lado da exclusão estão as facetas mais ou menos cruéis
II. UM OLHAR NA INCLUSÃO SOCIAL. Os vários projetos de inclusão social parecem possuir a estigma da crítica: muitas vez demoram anos em discussões intermináveis e, outras vezes, após implantados recebem as mais variadas críticas quanto à eficiência ou eficácia dos mesmos .
3.CONCLUSÃO Os projetos de inclusão social, no Brasil, parecem estar vinculados a alguns fatores importantes que fazem a diferença na hora de avaliar se são eficientes e eficazes. Num país cheio de carências é importante projetar bem os aspectos da inclusão social, operacionalizá-los adequadamente e estabelecer controles contínuos para não serem contaminados com a corrupção. O envolvimento da sociedade civil também é um fator importante, pois além de dar maior legitimidade ao projeto, permite que a própria sociedade examine mais de perto suas mazelas e encontre mais rapidamente o remédio para seus males

CAPELANIA EMPRESARIAL? O QUE A BÍBLIA DIZ?VAMOS ENTENDER?

Os exemplos deixados pelo Mestre Jesus são notavelmente suficientes para nossa compreensão e prática. O MESTRE andou entre as diversas “tribos” de Sua época, com os pobres, os enfermos, as mulheres, bem como era seguido por uma multidão, além dos seus discípulos e os que se opunham à Ele.

Visitava as aldeias, vilas e cidades; ensinava, pregava e curava (Mt 9:35-38), entretanto, nunca se recusou a ouvir aqueles que O questionava e se alegrava quando se referia às crianças as chamando “dos tais” ou os pequeninos.

Recebeu a visita de um ilustre Nicodemus e visitou a casa de outro rico, um homem de baixa estatura chamado Zaqueu e até comeu com este. Esteve na casa dos enfermos, ceava com os pecadores e para alguns que estavam em pleno vigor do trabalho disse-lhes: “Siga-me”. Estes, por sua vez, deixaram tudo o que estavam fazendo e O seguiram.

CAPELANIA EMPRESARIAL, como outra atividade extra pastoral, é introduzida por DEUS onde a igreja não pode ir, nas Empresas! No entanto, o Capelão Empresarial também se destaca porque ele representa a igreja no local de trabalho cobrindo o seu irmão com sua “capa”. É a CAPELANIA a serviço do Reino, que através das inúmeras Ações do ESPÍRITO SANTO humaniza o local de Trabalho, despertando a harmonia entre empregados e patrões, contribuindo para melhoria dos relacionamentos.

O contingente empresarial é composto por pessoas de diversas idades, crenças, valores, situação socioeconômica, situação hierárquica e até culturas, entre outras diferenças e talvez desigualdades. Todavia, quando o Capelão visita sistematicamente uma empresa oferece apoio espiritual, finalmente homogeneíza o grupo através da PALAVRA. Isto sem contar a notoriedade que a Empresa despertará entre a sua concorrência, haja vista o primor com que tratará seus funcionários, clientes e fornecedores, e vice-versa.

“Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente…” (Jeremias 48:10)

Líderes e funcionários em organizações e empresas do mesmo modo precisam ser alcançados pela Salvação. Com o espantoso e exponencial crescimento populacional nos meios urbanos há décadas, a CAPELANIA EMPRESARIAL redunda numa força propulsora que dinamiza a igreja criando laços de amizade e proporcionando assistência e crescimento espiritual, concedendo esperança e alargando as fronteiras do Reino onde a CAPELANIA estiver inserida.

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